Dieta: Como Começar A Emagrecer Agora Nas Férias De Verão

Obesity has been considered by the World Health Organization as one of the most serious problems in public health. The objective of this research was to identify behavioral and social aspects related to the difficulty in losing weight and maintaining the new weight condition in the long term, after a nutritional treatment for losing weight.

The sample was composed by patients that had looked for a nutritional treatment at the Onofre Lopes University Hospital, and members of their families. For data collection, a questionary was used, during two stages: at the beginning and seis months after the end of the treatment. Ten individuals were interviewed: five women, between the ages of 25-57, and one of their family members, also totalizing five people.

At the beginning of the treatment, it was verified that the patients presented incorrect and uncoordinated feeding habits, such as skipping a meal along the day. One of the most important aspects in triggering feeding were emotional and situational factors: stress, anxiety, anguish, worry, loneliness, tension, anger and sadness. After a seis month treatment, the results showed that the patients had modified their feeding behavior, but the changes were not enough to guarantee the expected results – only dois of them had lost weight. Social support was identified as an important variable. The patients for whom support was given, reported well-being and motivation for weight loss; the ones for whom it was not given, showed frustration.

Concerning the relatives, they considered obesity as harmful, and therefore it would be important to diet. They also said that they could help the relative along the treatment but did not know how to do this. Probably, a treatment that could involve the participation of family members would achieve better and more lasting results.

Keywords: Obesity, Treatment, Family support. A obesidade é um dos mais sérios problemas de saúde mundial. Doença epidêmica, crônica, multifatorial, dispendiosa, de alto risco e que afeta milhões de pessoas, sem respeitar fronteiras, idade, sexo, raça, condição financeira. O acrescentamento da incidência e prevalência necessita-se principalmente ao estilo de vida, consumo de alimentos ricos em gorduras e açúcares, sedentarismo, diminuição de consumo de fibras.

Nossa cultura capitalista e, especialmente consumista, tem de estímulos que desencadeiam a ingestão excessiva de alimentos supérfluos, como, sanduíches, refrigerantes, chocolates, biscoitos e salgadinhos. Nos relacionamentos sociais não é diferenciado, é comum agraciar visitas com jantares, lanches (Mezomo, 1994; Stuart, 1999). Felicidade ou amargura é fundamento pra comer. Sem sombra de dúvida, o acessível acesso a comidas saborosas, com alto teor de gordura e a diminuição ou a falta da atividade física são fatores que facilitam a acumulação de peso. A obesidade pode ser conceituada como um aumento de massa de gordura no corpo humano, em forma de triglicérides, por causa um balanço energético positivo ou, ainda como conseqüência do abuso de alimentos sem propósito nutricional.

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Assim, o corpo fica com um exagero de peso que difere dos padrões médios para altura, idade e sexo. Obtido pela fórmula: peso dividido pela altura ao quadrado. O IMC é uma medida que relaciona peso e altura, tendo ótima correlação com a quantidade de gordura corporal e sendo largamente usado em estudos epidemiológicos e clínicos.

É um processo acessível, reprodutível e com significativo valor diagnóstico e prenúncio. Considera-se que um IMC entre 25,0 e 29,9 significa sobrepeso, entre 30,0 – 39,9 é obesidade e IMC acima de 40 demonstra obesidade mórbida. De acordo com Ades e Kerbauy (2002) a “obesidade é uma condição complexa, de origem fisiológica, psicológica, social e situacional” (pág. 3). Pinheiro et al. Destacam, ainda, que a obesidade refere-se a uma norma de peso acima da qual o sujeito passa a sofrer conseqüências somáticas, psicológicas e sociais. Vale declarar, ainda, os prejuízos sociais e econômicos associados à morbidade e à mortalidade precoce da obesidade.